E se eu realmente quisesse ser astronauta?
"Não, estou falando sério. O que você quer ser quando crescer?"
Como se os sonhos incomuns fossem impossíveis. Porque eu não posso ser uma cineasta famosa, um cantor incrível ou pisar na Lua? Por um acaso isso não é profissão?
A culpa é das escolas e esse sistema de ensino medíocre. Você cresce para fazer uma faculdade, trabalhar, ter uma família, morrer. Talvez uma flor mais cheirosa em cima do seu túmulo. Somos obrigados a seguir esse clichê.
E se eu não quiser fazer o que todo mundo quer fazer? E se eu não quiser ganhar muito dinheiro? E se eu não quiser passar em um concurso e passar anos sentada em uma cadeira escrevendo para ninguém, porque pouco daquilo vira realidade. E se eu não quiser ser médica ou engenheira? As profissões mais valorizadas desde a época colonial do Brasil. Como ser escritor ou pintor em vez de ir fazer a faculdade de Coimbra.
E se eu tivesse mais de uma profissão, fosse que nem Galileu que tinha o currículo com todas as profissões de exatas?
E se eu visitasse 100 cidades e conhecesse um vezes dez a sexta (1x10¨6) de pessoas até os 30 anos?
E se eu fosse para um deserto tirar fotos e voltar com a bolsa cheia de bisnaga de tinta e passar 14 anos pintando uma tela com 300 camadas sucessivas?
E se eu sonhar grande, sonhar de verdade, curtir os meus sonhos e lutar por eles? Eu vou conquistar, vou ser feliz, vou fazer pessoas felizes, vou me dar bem e ainda vou fazer outras pessoas pensarem:
E se eu quiser ser astronauta?
Como se os sonhos incomuns fossem impossíveis. Porque eu não posso ser uma cineasta famosa, um cantor incrível ou pisar na Lua? Por um acaso isso não é profissão?
A culpa é das escolas e esse sistema de ensino medíocre. Você cresce para fazer uma faculdade, trabalhar, ter uma família, morrer. Talvez uma flor mais cheirosa em cima do seu túmulo. Somos obrigados a seguir esse clichê.
E se eu não quiser fazer o que todo mundo quer fazer? E se eu não quiser ganhar muito dinheiro? E se eu não quiser passar em um concurso e passar anos sentada em uma cadeira escrevendo para ninguém, porque pouco daquilo vira realidade. E se eu não quiser ser médica ou engenheira? As profissões mais valorizadas desde a época colonial do Brasil. Como ser escritor ou pintor em vez de ir fazer a faculdade de Coimbra.
E se eu tivesse mais de uma profissão, fosse que nem Galileu que tinha o currículo com todas as profissões de exatas?
E se eu visitasse 100 cidades e conhecesse um vezes dez a sexta (1x10¨6) de pessoas até os 30 anos?
E se eu fosse para um deserto tirar fotos e voltar com a bolsa cheia de bisnaga de tinta e passar 14 anos pintando uma tela com 300 camadas sucessivas?
E se eu sonhar grande, sonhar de verdade, curtir os meus sonhos e lutar por eles? Eu vou conquistar, vou ser feliz, vou fazer pessoas felizes, vou me dar bem e ainda vou fazer outras pessoas pensarem:
E se eu quiser ser astronauta?
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